San Diego – O que fazer? – (1° Dia)

Por - Categoria: Califórnia, EUA, San Diego

Como a Dani já contou anteriormente aqui, logo que comprei minhas passagens para a Califórnia, não sabia ao certo quais cidades visitar e quantos dias ficar em cada.

A promoção (ou erro) da Cia Área, me fez deixar o planejamento todo para depois.

Quando comecei a pesquisar sobre as opções, me encantei com tudo o que eu lia sobre San Diego, mas parecia muito difícil, encaixar uns dias na cidade, além de todos os outros planos que tínhamos em mente.

Aperta daqui, muda dali. Pronto! Consegui dois dias na cidade de San Diego. Aí logo veio a pergunta seguinte:

“O que fazer em San Diego?”

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Eu havia conseguido liberar dois dias (quase que inteiros) para visitar a cidade, portanto o planejamento precisava estar bem elaborado.

Depois de muita leitura e pesquisa, como já contei anteriormente aqui, decidi o hotel, pensando principalmente em facilitar toda a logística.

1° DIA

Chegamos no aeroporto de Los Angeles muito cedo, e antes das 7:00 horas já estávamos na estrada, rumo ao Sul, com destino a San Diego.

 

A viagem durou cerca de dua horas, e o caminho fizemos parte pela auto-estrada de via rápida, e parte pela beira bar com casinhas lindas e um lado, e praias cheias de ondas e surfistas do outro. Um cenário de filme.

Nossa primeira parada, ainda com as malas no carro foi La Jolla, a famosa praia das focas.

La Jolla é uma estância balneária localizada ao norte de San Diego. Apesar de possuir uma série de hotéis e restaurantes, o grande atrativo é a praia e a grande quantidade de focas que lá se aglomeram.

Começamos observando das pedras, e já gostamos do que vimos.

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Ainda um pouco acanhados e com medo, fomos descendo e se aproximando um pouco mais dos bichos.

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Foi quando percebi que do outro lado, já na areia, os turistas caminhavam meio as focas, passavam a mão e tiravam fotos.

Fomos até lá fazer o mesmo, claro!

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O programa é muito gostoso, e ficamos por ali por pouco mais de uma hora.

Os animais ão bem tranquilos, e pareciam nem ligar para a grande quantidade de turistas e fotos que eram tiradas.

Brinquei com os meus filhos que queria trazer uma para casa.

Lógico que é impossível, mas confesso que acabei trazendo um pouco das focas conosco. O cheiro forte que impregnou nos sapatos, e tapetes do carro, era insuportável.  Ficamos lembrando das focas por um dia … rs

De lá, seguimos para o Hotel Wyndham San Diego Bayside, onde tomamos um banho, trocamos de roupa, recarregamos as energias, e logo saímos para passear. Afinal, como diria meu pai (saudades dele): Estou pagando em dólar, não é pra ficar no hotel.

Próxima parada Harbor SeaFood Mart.

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Fomos caminhando pelo calçadão beira mar, e em menos de uma milha já estávamos lá. O Harbor Mart é um espaço a céu aberto, ao lado do porto de San Diego, cheio de lanchonetes, sorveterias, restaurantes e cafés. Ainda era cedo para almoçar, mas estávamos com o fuso horário do Brasil, e a fome não espera.

Optamos por comer uma pizza, que não sei se era a fome, mas estava D-E-L-I-C-I-O-S-A!!!! E depois, um sorvete Ben & Jerry, afinal, ninguém é de ferro.

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Almoço terminado, chegou a hora de continuar o passeio.

De onde estávamos já era possível ver, logo adiante, nossas próximas paradas.

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Primeira parada, a estátua do Beijo entre a Enfermeira e o Marinheiro.

Esta estátua é a representação de uma famosa foto, quando um marinheiro americano, ao saber do fim da segunda guerra mundial (19450), foi as ruas de NY e beijou a enfermeira Edith Shain, sendo flagrado por um fotógrafo.

A estátua está em San Diego desde 2007 e fica localizada no Tuna Harbor Park.

Logo ao  lado, está localizado o USS Midway Musuem

USS Midway

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O USS Midway é o maior museu dentro de um porta-aviões nos Estados Unidos.

Lançado ao mar no final da 2a Guerra Mundial em 1945, navegou por quase 5 décadas, participando de várias missões, entre elas a Guerra do Kwait.

Aberto ao público desde 2004 o museu recebe um número médio de 800 mil turistas por ano.

Nós reservamos o período da tarde para a visita e ficamos até fechar (17:00horas).

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A entrada no museu acontece pelo deck central, e logo à esquerda estão disponíveis aos visitantes fones que funcionam como um tour guiado. A cada ponto uma numeração indica o áudio que devemos escutar.

Neste deck, que mais parece um grande estacionamento, podemos observar várias réplicas de aviões utilizados nas guerras, maquetes, simuladores, … Uma diversão!

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Ao fundo encontramos uma lojinha, e uma lanchonete em uma espécie de “varanda” do porta aviões.

Saímos deste deck e entramos em um verdadeiro labirinto navio à dentro. Escadas, portas, corredores, mais escadas. Um tour por todas as instalações. De cabines, salas de comando, refeitórios, casa de máquinas.

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O tour é bastante organizado, uma vez que oferece um caminho único, assim o visitante não corre o risco de perder nenhuma parte do passeio.

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Em cada sala ou espaço, encontramos uma placa explicativa, além do áudio coordenado nos fones de ouvido.

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Ao fim de quase duas horas por escadas e corredores, saímos na parte mais esperada do passeio.

O deck superior do porta-aviões, de onde é realizado o pouso e decolagem das aeronaves.

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Aqui diversas aeronaves estão expostas, onde podemos entrar, assistir alguns vídeos, e conhecer um pouco mais sobre o porta aviões, e a história americana.

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É também neste andar, que podemos fazer uma visita guiada a torre do navio (dura cerca de 30 minutos), mas nós já estávamos muito cansados, e resolvemos ir embora. Afinal, já estávamos ali há mais de 4 horas.

Hora de voltar caminhando para o hotel, tomar um banho, descansar, porque à noite tem mais!

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Todos recuperados, que tal sair para jantar?

Saímos a noite, caminhando sentido Gaslamp Quarter.

Sim, você leu, caminhando.

Gaslamp Quarter

A cidade a noite é muito bonita, e a funcionaria da recepção confirmou o que eu já havia lido anteriormente em outros blogs. A cidade é segura. Lógico que não ficamos ostentando máquina fotográfica, ou dando pinta de turista bobo… Rs

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O Gaslamp Quarter é um conglomerado de quarteirões com lojas, shows e restaurantes. A vida noturna aqui é intensa, principalmente para programas para maiores de 21 anos.

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Nós caminhamos por algum tempo, tiramos algumas fotos, mas o cansaço já estava batendo.

Todos com fome, optamos por jantar no velho e bom Hard Rock Café.

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Ambiente agradável, música boa, e comida de qualidade. Apesar da minha vontade de comer um hambúrguer, me contive no salmão, afinal, era só o 1º dia …

Dia produtivo, hora de dormir.

Amanhã tem mais (aqui)…

Boa noite!

 

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Fabiana

Natural de Santos/SP, estatística, professora, mãe, desde criança acostumada com muitas viagens, fizeram de mim uma apaixonada pelo assunto, sempre pronta para o próximo destino. E entre um destino e outro, porque não intercalar a Disney.

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